O revestimento é parte essencial no acabamento dos interiores, especialmente nas áreas molhadas. Para cada ambiente, há revestimentos mais adequados – e também os inadequados.

Neste guia, aprenda a escolher qual o revestimento ideal para seu projeto, como fazer paginação e layout e, principalmente, o que não fazer.

Amarrado

O azulejo é o revestimento mais usado em cozinhas e banheiros – embora também funcione em outros ambientes.

A aplicação mais comum é feita de cima para baixo. As fileiras de azulejos são organizadas a partir da metade da largura do azulejo logo acima. Isso cria aquele padrão desalinhado que você já deve conhecer, como na foto.

A disposição pode mudar completamente o seu ambiente. Para dar aquela sensação de amplitude, é só aplicar na horizontal. Na vertical, a altura do ambiente parece maior.

Azulejo alinhado

Embora esse azulejo também seja disposto na horizontal, as fileiras formadas são alinhadas, formando um layout bem simples e clássico.

Funciona bem em ambientes com ângulos retos e formas clean. Podem ser aplicados em ambientes com madeira, porque contrastam com as formas orgânicas do material.

Mosaicos

Os mosaicos são compostos por peças bem pequenas de revestimento dispostas lado a lado. Um exemplo comum é o de padrões construídos por vários quadradinhos de 2cm por 2cm.

São mais comuns para comporem áreas de destaque por terem um bom custo benefício. Hoje, essas pequenas peças vêm agrupadas em unidades maiores, por isso são muito fáceis de instalar.

Podem precisar de manutenção frequente se expostos a muita sujeira e umidade – razão pela qual são mais recomendados para lavabos e não para banheiros com ducha.

Peças grandes

Esse tipo de layout é composto por peças de grandes formatos. Costumam ser de cerâmica comum ou porcelanato, ou até mesmo de granito e mármore.

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Em especial nas peças de porcelanato, o rejunte fica menos visível, já que são mais retas nas bordas. Assim, não há necessidade de muito espaço para compensações. Isso traz uma espécie de unidade ao revestimento.

Espinha de peixe

O revestimento no formato espinha de peixe constitui basicamente no encaixe de peças angulares, de modo a formarem um zig-zag. Dão um ar sofisticado ao ambiente, mesmo quando feito de um material simples.

Os ângulos desse padrão dão movimento e energia ao ambiente e são uma boa alternativa para revestir paredes de destaque. Mas, se aplicado numa superfície muito grande, pode ficar exagerado.

São mais usados em cozinhas, mas são bem-vindos em áreas de destaque de qualquer cômodo.

Agrupado

O agrupado é uma reunião de peças pequenas em uma unidade maior, formando um padrão.

Não desperdiça muito material, já que com o formato quadrado, pouca coisa precisa ser cortada e descartada para encaixar perfeitamente na parede ou piso. Com isso, sua instalação fica fácil e é o revestimento preferido para o estilo “do it yourself”.

São ideais para dar energia e movimento a qualquer ambiente.

Peça única

Diferentemente de padrões compostos por pequenos materiais, esse tipo de revestimento conta com uma única peça.

Geralmente são feitas por encomenda e necessitam de mão de obra especializada para instalação e recorte, o que contribui muito para que o custo desse revestimento seja mais alto.

Apesar do preço um pouco mais elevado, são uma boa alternativa, por exemplo, para pequenas cozinhas que não requerem tanto material, além de darem um ar refinado e deixarem o ambiente clean.

 

imagens via Houzz, Casa Abril, Stonetrend, Encorebathrooms, Digsdigs, Colormix, Decoralternativa