Alumínio, aço e natureza é o que compõe a primeira instalação de Sou Fujimoto em Paris.

O arquiteto japonês deu o nome à sua obra de Many Small Cubes (“muitos cubos pequenos”, em tradução livre para o português).

A instalação faz parte da série de pequenas casas nômades em conjunto com o jardim das Tulheiras.

Sou Fujimoto – Many Small Cubes-HD from Philippe Gravier on Vimeo.

Fujimoto descreve sua obra como “uma nova experiência do espaço, um ritmo de cintilantes sombras e luzes como o sol sendo filtrado através das folhosas árvores”.

foto por Marc Domage

Apresentada pela FIAC, um programa artístico que observa a criação do projeto como sendo uma galeria e um espaço público ao mesmo tempo, a instalação é criada por cubos de alumínios anodizados. Eles são ligados um a um através de suas bordas e arestas.

É como se os cubos pairassem no ar assim que enfeitam a paisagem. Assim, eles conseguem formar uma obra que se apresenta branda, aérea e leve.

imagem por Galerie Philippe Gravier

Cada cubo é uma entidade única – alguns fazem parte do apoio estrutural para dar estabilidade e equilíbrio à obra, enquanto outros servem como potes para a vegetação formada por árvores.

Considerando cuidadosamente o peso e o tamanho de cada cubo, o resultado arquitetônico forma um elemento unificado enquanto obtem um senso orgânico de aleatoriedade.

imagem por Galerie Philippe Gravier

O espaço é organizado em volta de uma lacuna central que funciona como uma área de vivência. 

As entradas principais são localizadas nos lados opostos da estrutura. As paredes circundantes e os telhados são formados por espaços vazios e variáveis massas de escala.

O espaço por si só não é estritamente definido. Por isso a importância de uma base razoavelmente extensa fora da área de cobertura, melhorando a indefinição entre o exterior e o interior.

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com informações de designboom