Desde o início de julho de 2015, a venda, produção e importação das tradicionais lâmpadas incandescentes está proibida em todo o Brasil. A medida envolve as lâmpadas de 60W – as de 100W, 150W e 200W já foram retiradas do mercado em 2010.

A decisão do Ministério das Minas e Energia se deve à baixa eficiência energética e tempo de vida curto das lâmpadas incandescentes, que não são uma alternativa quando o assunto é economia e sustentabilidade. Quando comparadas às lâmpadas LED, a diferença é assustadora – enquanto as incandescentes duram em média 1000 horas, as de LED duram cerca de 25 mil horas. A expectativa é de uma economia de 4% no consumo energético residencial do país inteiro.

Com a saída das incandescentes, as lâmpadas LED (Diodo Emissor de Luz) se tornam a melhor alternativa para iluminar espaços residenciais e comerciais. Além de iluminarem mais, elas não esquentam, não possuem mercúrio e são versáteis, permitindo direcionar a luz de maneira personalizada para cada tipo de ambiente.

Para quem ainda acha as lâmpadas LED caras, a boa notícia é que com a proibição os preços tendem a cair. Atualmente, boa parte dos lares brasileiros são iluminados pela tecnologia, mostrando que o brasileiro já tem consciência do custo-benefício: apesar de mais caras que as lâmpadas convencionais, o seu uso pode diminuir em até 90% o valor das contas de luz.

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imagens via Modern Home Ideas, ArchiDom.

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